Conjuntivite: saiba como ficar livre dela no inverno.


A doença pode ser bacteriana, viral e até alérgica e possui características e tratamentos específicos

Levanta a mão quem nunca acordou com os olhos vermelhos, sensação de areia nos olhos e com as pálpebras inchadas. Esses são alguns dos sintomas típicos da conjuntivite, doença oftalmológica comum, mas que ainda possui mitos sobre a sua origem e tratamento. Por exemplo, você sabia que existe mais de um tipo de conjuntivite?

Os nossos olhos são recobertos por uma fina membrana chamada conjuntiva, presente na esclera (a parte branca dos olhos) e responsável por protegê-los de objetos estranhos que, porventura, possam atingi-los. Quando há uma inflamação dessa membrana, o indivíduo desenvolve a chamada conjuntivite, que pode ou não ser transmissível, dependendo da causa.

No inverno as pessoas desenvolvem, na maioria dos casos, a conjuntivite viral. “Esse tipo de conjuntivite normalmente é mais branda e, portanto, tratada mais facilmente com o uso de colírios lubrificantes ou anti-inflamatórios, tendo sua cura em cerca de três dias”.

Um pouco mais delicada, a conjuntivite bacteriana é transmitida via contato e o inverno novamente se torna um facilitador do contágio. “As pessoas tendem a ficar aglomeradas e em locais fechados e é nesse contexto que a doença se propaga com mais facilidade devido ao maior contato com a secreção viscosa, característica desse tipo de conjuntivite”.